30 de mar de 2008

Segredo


Quando fui encontrada por ti,
fechei os olhos,
segurei nas tuas mãos que a mim estavam estendidas,
e deixei que tu me guiasses por trajetos desconhecidos.


Na hora de voltar, entregaste-me um mapa


Desde então, tenho cavado buracos na minha alma
em busca do tesouro escondido.


-Fabiane Ponte-

13 comentários:

Akinol disse...
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Bill disse...

Lembrei de você hoje, Fabi, quando encontrei um livro do Manuel Bandeira na banca, "Estrela da Manhã". Poesia de primeira, como a sua!
Ah, tem um pedaço de bolo com sorvete guardado pra você lá na redação, legal?
Bjooooooooooooooooooooooooo!!!!!!

Poemas e Cotidiano disse...

Que coisa mais linda, Fabiane! Curto, intenso, e cheio de significados!
Muito lindo!
Beijos
MARY

Dumuro disse...
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Janaina Staciarini disse...

Ai, Fabiane que coisa mais linda ! Como essa pessoa se atreve, depois de levar-lhe pelas mãos, lhe entregar um mapa?
Desaforo!
Beijos.

Estava Perdida no Mar disse...

Ameiii este blog. Comentei, grandão, mas a net engoliu meu coment. Obrigada pela visita. Vou te linkar. VOltarei mais vezes.

Natália Nunes disse...

Tenho esperado, numa espera atenta, por outras duas mãos que me ajudarão a cavar meu peito em busca desse tesouro - já não posso mais ir só.


Beijão!

Fenrisar disse...
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Oliver Pickwick disse...

Demora um pouco em postar, mas vale a pena esperar pelo preciosismo dos seus versos.
Um beijo!

SAM disse...

Lindo e sensível, como você, Fabiane. Mas dá um sentir tão angustiado o desamparo!

Beijos com carinho

Estava Perdida no Mar disse...

Conheço muita coisa da Norah, mas justamente essa não conhecia. Achei tão curioso ver ela aqui no seu blog. Sintonia fina de pensamentos.
Beijos

O Profeta disse...

Hoje não vou falar de amor
Hoje tenho saudade de canções
De uma voz perdida no tempo
Que me ensinou o sonho, as emoções

Hoje senti saudades da minha rua
Da casa fria e quente da ternura
Do cheiro a lenha, pão amassado
Dos abraços tidos de forma tão pura


Hoje convido-te a saberes um pouco de mim


Bom domingo



Terno beijo

Anônimo disse...

...quem coroou a palavra de corneta
quem pôs a tormenta na caneta
quem disse poeta?
Lágrima sineta
faz da jumenta cinzenta
esta violeta...para ti...Sibila, de Delfos...chat noir avec...